14/04/2015 Coleta seletiva andreense vai além do porta a porta

Santo André, 14 de abril de 2015 – A coleta seletiva em Santo André não se resume a separação e descarte correto de resíduos secos e úmidos por parte da população. Além da coleta porta a porta, existem ações específicas, que visam combater o descarte irregular, em andamento.

No caso dos resíduos de construção civil e demolição, por exemplo, foi iniciada na cidade, em 2013, em parceria com o Consórcio Intermunicipal do ABC, a campanha Operação Obra Limpa. A ação tem como objetivo combater o descarte irregular deste tipo de material, que é crime ambiental, por meio da colaboração das empresas de caçamba e apoio dos moradores das sete cidades.

Merece destaque também o posicionamento da cidade em relação à Logística Reversa. Prevista na Política Nacional de Resíduos Sólidos, de 2010, ela consiste em acordos que o governo federal está fazendo como o setor industrial prevendo a restituição ao fabricante dos resíduos descartados após o uso do produto. O objetivo é que esse “lixo” possa ser reaproveitado de uma forma ambientalmente adequada.

Dos acordos previstos federativamente, Santo André já tem ações específicas em andamento quanto ao descarte e destinação corretos de lâmpadas fluorescentes e eletroeletrônicos. Além destes, a cidade também é pioneira no descarte e destinação correto de diversos outros materiais, como pneus, pilhas e baterias, telhas de amianto, óleo de cozinha, madeira e entulho. A população pode encaminhar até 1m³ de resíduos de pequenas construções para as 17 estações de coleta da cidade. O volume equivale a 10 sacos de 100 litros.

Vale lembrar que o descarte irregular de resíduos é crime ambiental passível de multa e detenção. O valor da infração pode chegar a 10.000 FMPs (Fator Monetário Padrão – cerca de R$ 28.173,00). A população pode e deve denunciar o descarte irregular ao Semasa, por meio do número 115, da Central de Atendimento.

Quantidade de produtos entregues nas estações de coleta em 2014:

PNEUS – 732 ton: empresa recebe e recicla material, que vira combustível para a secagem de cimento, no reparo de trincas de asfalto em rodovias e até mesmo para a confecção de tapetes para automóveis.

PILHAS E BATERIAS – 5,5 ton: além das 17 estações, elas podem ser entregues em 53 outros pontos da cidade.

TELHAS DE AMIANTO – 5,5 ton: material pode ser entregue somente nas estações de coleta Antonia e Bom Pastor, onde é encaminhado para um aterro industrial.

LÂMPADAS FLUORESCENTES – 57 mil unidades: vapor de mercúrio é separado dos demais elementos e rejeito segue para aterro de produtos perigosos.

ÓLEO DE COZINHA – 12.650 litros: o produto é recolhido e entregue a parceiro, que o usa na confecção de sabão.

ENTULHO – 60 mil ton: é reciclado no aterro e utilizado na execução de pista para acesso dos caminhões.

MADEIRA – 17 mil ton: uma máquina instalada no aterro tritura os pedaços grandes de madeira e o material é encaminhado para indústria, que o utiliza como fonte de energia.

ELETROELETRÔNICOS: todas as estações de coleta recebem eletroeletrônicos, que são separados na Central de Triagem e comercializados pelas cooperativas.

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